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sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Transando no Hospital

Sou bem fogosa, e essa história já aconteceu há algum tempo com um ex namorado meu. Tínhamos uma relação extremamente ativa. Ele reclamava que meu libido era muito alto, mas sempre deu bem no “couro”.Sempre tive tesão em transar em lugares inusitados, e um deles em um hospital! Uma familiar estava hospitalizada e eu era uma das pessoas que ficavam acompanhando ela.
Meu ex-namorado sempre ia me buscar. E neste dia havia acordado subindo pelas paredes, mesmo depois de uma noite quente de sexo.
O hospital era do exercito, e haviam três partes bem divididas: o ambulatório, a emergência e as enfermarias.
Estava na enfermaria, e havia passado o dia inteiro analisando cada parte do hospital para ver em qual eu poderia realizar meu desejo sem correr maiores riscos de ser pega, literalmente, com a boca num pau bem gostoso!
Havia percebido o horário de troca de guarda a noitinha, e que o ambulatório não ficava totalmente fechado.
Durante o dia mandei torpedos avisando que ele iria me comer bem gostoso num lugar que eu sempre queria. Que de tanto tesão já havia me tocado durante o dia, mas a adrenalina estava me consumindo.
Bom, ele chegou, e já chegou com cheiro de tesão! Abraçando-me por trás e me mostrando que já estava desde cedo pronto... O que me deixou mais louca ainda.
Disse-lhe que chegaria a hora, e que ele não poderia reclamar, só me obedecer, pois ele era muito medroso.
Próximo do horário de troca descemos e eu fiquei fazendo hora perto da entrada do ambulatório, quando o soldado que fazia a guarda se distanciou eu disse que tinha chegado a hora. Ele não quis entrar de imediato, mas eu disse que queria me sentir sua puta ali dentro, colocando um dos dedos dele na minha boca que estava cheira de água!
Na hora ele entrou... Fomos para um consultório, fechamos a porta e ligamos a lanterna de um celular, para não deixar o ambiente totalmente claro e dar tempo de terminarmos o que queríamos.
Havia um jaleco dentro. Ele vestiu e entrou no clima da minha fantasia!
A esta altura minha buceta já latejava eu só queria fuder muito!!!!!!
Mandou-me sentar na maca e abrir os botões da minha blusa, obedeci. Com a maior cara de cachorro ele tirou meus seios grandes do sutiã, passou a mão, e perguntou o que havia de errado neles... Disse que eles estavam acumulando muito tesão, que estavam precisando ser mamados, e ele já se jogou com a boca neles.
Sinto tanto tesão nos mamilos que chego a gozar só com eles. Queria começar gozando assim, mas ele não deixou.
Me pegou pelos cabelos e mandou eu tirar a calça e voltar para a maca.
Com ele puxando meus cabelos e me beijando obedeci, e tirei numa velocidade gigantesca... Tirei junto a calcinha, quando ele percebeu perguntou pq havia tirado, que queria ter rasgado ela do meu corpo.
Sempre quis que ele tivesse feito isso... Terminamos e ele não rasgou nenhuma, mas só de ter ouvido isso meu corpo inteiro tremia.
Subi novamente na maca, ele chupou mais meus seios, tentava controlar os gemidos e não conseguia.
Enquanto isto tocava minha buceta e colocava seus dedos inteiramente molhados do meu tesão na minha boca.
Tremia... Minha vontade era de gritar... Urrar... Mas não podia...
Ele abriu minhas pernas, e caiu de boca.... Nossa.... Em poucos momentos na vida havia sentido tanto prazer, gozava várias vezes seguidas, uma atrás da outra por uns 5 minutos.
O rosto dele era só meu gozo, gozo que tirei todo o beijando e chupando enquanto ele estocava na minha buceta, me deixando louca de tesão novamente.
Empurrei-o para sair da maca, fui até a escrivaninha do médico, e sobre os papeis que estavam lá me debrucei, pedindo que ele me fudesse.
Ele enfiava com tanta força aquele pau grosso na minha buceta que eu não demorei em gozar novamente. Desta vez fazendo mais barulho. Ele fechou minha boca com sua mão, e disse que queria ver eu gritar agora....
Abriu minha bunda de forma que meu cuzinho ficasse bem aberto e cuspiu nele.
Tentei pedir que não, pois estava muito gostoso da forma que estava, mas ele não me deu ouvidos.
Começou a enfiar com força, sem dar ouvidos às tentativas de pedidos que eu fazia.
Mas logo era eu mesma que puxava sua bunca na tentativa que ele enfiasse mais em mim...
Ele não conseguiu segurar por muito tempo e logo gozou. O que me deixou frustrada! Pois queria ainda mais!
Saímos dentro do ambulatório, e um soldado perguntou o que fazíamos ali.... Disse que havia passado mal e tinha entrado para procurar alguém, ele quis me interpelar, mas saímos sem dar mais ouvidos a ele. Queria logo sentir mais daquele pau, íamos para casa, mas a vibração da moto na minha buceta não deixou e paramos no meu do caminho. Mas isso é um assunto para mais uma nova postagem!
Espero que gostem. Eu amei!


Foto 1 do Conto erotico: Transando no Hospital

DANDO DE PRESENTE AO MEU MARIDO MINHA MELHOR AMIGA

TUDO COMEÇOU QUANDO MINHA MELHOR AMIGA JESSICA VEIO PASSAR UNS DIAS NA MINHA CASA ELA È DE SÃO PAULO E A MUITO TEMPO QUE NÃO VIA ELA,ELA CHEGOU E FOMOS PEGA-LA NO AEROPORTO AO CHEGAR LA ME DEPAREI COM UMA LOIRA LINDA JA TINHA ESQUECIDO COMO ELA ERA TÃO BELA,E PELO JEITO O RICARDO MEU ESPOSO TBM ACHOU,POIS EU PERCEBI QUE ELE A OLHOU DE UM JEITO QUE NA HORA ME DEU ATE UMA PONTINHA DE CIUMES MAS COMO EU SOU MALDOSA LOGO ME VEIO A MENTE QUE PODERIÀMOS FAZER UM SEXO A TRÊS E COMECEI A BOLA UM PLANO PARA QUE TUDO ACONTECESSE NATURAL-MENTE FOI ENTÃO QUE SAIMOS PRA DANÇA E COMECEI A DEIXA OS DOIS A SOS EU AI DANÇA COM OS AMIGOS E DEIXAVA ELE CONVERSANDO COM ELA EU NOTAVA QUE ELE TINHA UMA TARA NELA ERA UM BOM COMEÇO AGORA TINHA QUE FAZER ELA TBM DESEJA-LO POIS OQUE SERIA MAS DIFICIL PQ ELA ME RESPEITAVA MUITO E NUNCA ME TRAIRIA COM O MEU MARIDO,PASSEI USAR OUTRA MANEIRA DE SEDUZIR ELA, NOSSO APARTAMENTO SO TINHA UM QUARTO SUITE E ELA TAVA DORMINDO NA SALA FOI ENTÃO QUE CHAMEI ELA PRA COLOCAR O COLCHONETE DO LADO DE NOSSA CAMA ASSIM ELA ESTARIA MAIS SEGURA ELA LOGO ACEITO,TODOS OS DIAS EU COLOCAVA UMA CAMISOLINHA BEM TRANSPARENTE E ELA TBM FICAVA BEM SENSUAL MEU MARIDO JA TAVA FICANDO LOUCO DUAS GOSTOSAS DO SEU LADO UMA NA CAMA E OUTRA NO CHÃO,NO OUTRO DIA ELA SAIU EU E O RICARDO FICOU SO EU PERGUNTEI A ELE SE ELE QUERIA COMER JESSICA ELE NO COMEÇO NEGOU MAS EU DISSE QUE TINHA VONTADE DE VER ELE COMENDO OUTRA QUE NAO FOSSE EU,ELE PENSOU DEPOIS ME DISSE QUE ME AMAVA MUITO MAIS QUE TAVA SENTINDO UMA ATRAÇÃO MUITO GRANDE POR JESSICA E COMBINAMOS QUE EU CONVERSAVA COM ELA,ELA CHEGOU MAIS TARDE RICARDO JA TINHA SAIDO E SO FICOU NOIS DUAS EU PERGUNTEI SE ELA ACHAVA O RICARDO BONITO ELA FALOU QUE RICARDO ERA MUITO GATO E QUE EU TINHA SORTE DE ME CASAR COM UM HOMEM TÃO LINDO EU DISSE QUE TINHA MEDO QUE ELE ME TRAISSE MAS QUE TINHA UMA FANTASIA DE VELO TRANSANDO COM OUTRA MULHER MAIS QUE NAO PODIA SER QUALQUER UMA TINHA QUE SER ALGUEM DE CONFIANÇA E QUE EU CONHECIA,ELA FICOU MEIO SEM GRAÇA MAIS DEPOIS ME ENTENDEU EU DISSE QUE EU QUERIA VER ELA TRANSANDO COM RICARDO E QUE TBM IRIA PARTICIPA OQUE ELA ACHAVA DA IDEIA ,SE CASO ELA NÃO ACEITASSE NOSSA AMIZADE CONTINUARIA A MESMA COISA ELA PENSOU E LIGO ME DISSE QUE ACEITAVA MAS QUE EU FALASSE PRO RICARDO QUE ELA NAO AVIA ACEITADO POIS QUERIA FAZER UMA SURPRESA E ASSIM FOI,A NOITE CHEGOU AGENTE JANTOU A FICAMOS VENDO TV DEPOIS FOMOS DORMI A JESSICA FINGIU ESTAR DORMINDO EU COMECEI A MEXER EM RICARDO E COMEÇAMOS A FAZER AMOR COM AS LUZ A PAGADA ELE NÃO ESTAVA VENDO NADA E JESSICA FOI LOGO SUBINDO NA CAMA PEGANDO O PAU DELE E MAMANDO FEITO LOUCA ELE SUSSURRAVA FEITO LOUCO FOI AI QUE EU LIGUEI A LUZ E ELE TEVE UMA GRANDE SURPRESA ERA JESSICA QUEM TAVA COM A BOCA MAMANDO SEU PAU ELE FICOU MAIS LOUCO DE TESÃO POIS ESTAVAMOS AS DUAS NUAS NA SUA FRENTE ELE FOI LOGO BEIJANDO ELA NA BOCA E CHUPANDO SEUS LINDOS PEITOS EU FIQUEI LOUCA DE TESÃO EM VER MEU MARIDO TOCANDO EM OUTRA MULHER DAQUELA FORMA EU TBM ENTREI NO CLIMA COMECEI XUPAR ELE TBM ORA EU XUPAVA ORA ELA XUPAVA ENQUANTO ELA XUPAVA ELE EU XUPAVA A BUCETINHA DELA MEU MARIDO FICOU LOUCO EM ME VER XUPAR UMA MULHER ELE COLOCOU ELA DE QUATRO E COMEÇOU METER DENTRO DAQUELA BUCETA ROSINHA E MOLHADINHA ELA GEMIA DE PRAZER E EU MAMAVA OS PEITINHOS DELA DEPOIS ELE ABRIU AQUELA XOTA GOSTOSA PRA MIM EU XUPEI POR HORAS E ELA TBM ME XUPOU BEM GOSTOSO NOIS DUAS FICAMOS ASIM POR HORAS UMA XUPANDO A OUTRA POR MUITO TEMPO E MEU MARIDO SO OLHAVA E BATIA PUNHETA EU AXO QUE ELE NUNCA VIU CENA TÃO GOSTOSA NA VIDA DELE DEPOIS ENQUANTO ELE METIA EM MIM EU XUPAVA A JESSICA QUE GEMIA FEITO LOUCA DEPOIS JESSICA FOI SENTI O GOSTO DA MINHA BUCETA NO PAU DO RICARDO QUE COLOCOU ELA PRA LEMBER O MELZINHO QUE ELE TIROU DA MINHA XOXOTA ELE COMEU NOIS DUAS A NOITE TODA ATE QUE NÃO AGUENTOU E GOSOU FEITO LOUCO NA MINHA CARA E NA CARA DE SAFADA DA JESSICA ELA FICOU MAS UMA SEMANA COM AGENTE ATE VOLTAR PRA SÃO PAULO,jà estamos sentindo saudades dela,meu marido passou me desejar mas pois sabe que na cama não mido esforço pra agrada-lo fasso tudo pra ele se sentir o homem mas realizado do mundo e aceito tudo no sexo so basta ele me pedir.FIM!!!!! quem gostou do meu conto por favor comente pois muitas outras aventuras irei contar pra vcs e posso garantir iram gostar muito.   



Foto 1 do Conto erotico: DANDO DE PRESENTE AO MEU MARIDO MINHA MELHOR AMIGA

Foto 2 do Conto erotico: DANDO DE PRESENTE AO MEU MARIDO MINHA MELHOR AMIGA

Foto 3 do Conto erotico: DANDO DE PRESENTE AO MEU MARIDO MINHA MELHOR AMIGA

Foto 4 do Conto erotico: DANDO DE PRESENTE AO MEU MARIDO MINHA MELHOR AMIGA

Foto 5 do Conto erotico: DANDO DE PRESENTE AO MEU MARIDO MINHA MELHOR AMIGA

Menage em BH (Mangabeiras)

Sempre quando venho em BH não deixo de ir na pça do Papa, mirante e todas as ruas escuras e discretas daquela localidade. Como um bom voyeur, gosto de assistir casais transando dentro de carros e dependendo das afinidades que haver entre eu e o casal, pode até rolar um menage. Neste dia que fui,estava cheio de homens sozinhos. tinha um casal em um carro (não vou citar o modelo do veículo nem placa aqui para preservar a integridade moral do casal). Que passava devagar constantemente na av que dá acesso o parque do mangabeiras, fazendo o trajeto de ida e volta na referida avenida. Como notei que nenhum dos homens que estava ali se manifestaram a ir atras do casal, eu, imediatamente, liguei o meu carro e fui na direção do citado casal, quando me aproximei do veículo deles, ligeiramente pisquei os varóis de meu carro que logo foi correspondido por uma piscada de luz de freio do carro do casal. Muito otimista, comecei a seguí-los discretamente sem que eles percebecem, momento em que eles param o carro debaixo de uma arvore, em um local bem escuro. ao observar que eles tinham estacionado o carro ali parei o meu carro atras do deles em uma distância de aproximadamente dois metros sem que eles percebessem. Quando desliguei o carro e, passados uns cinco minutos, eu permanecia dentro de me carro quando derepentemente acende a luz interna do carro do casal e imediatamente ouço gemidos e sussuros. Não me contento a tal circustância, que me excitava bastante, sair para fora do carro e caminhei na direção do veículo do casal, chegando no veículo deles, percebi que a janela do carro do lado direito estava aberta e ao olhar para dentro do carro, vi uma linda mulher loira, de aproximadamente uns 28 anos de idade só de calcinha, de quatro no banco dianteiro do passageiro chupando o cacete de seu companheiro que se localiza no banco do motorista com a calça abaixada. Ao notarem minha presença, a linda loira saiu do carro, veio em minha direção, e perguntou-me se eu estava afim de uma brincadeirinha bem gostosa, ao responder que sim, ela rapidamente tocou no meu pau e notando que eu estava excitado e com o cacete bem duro, tirou-o para fora de minha calça e começou a chupá-lo bem gostoso em um movimento dinâmico de ir e voltar bem gostoso. O seu companheiro ao notar aquela cena, saiu do seu carro se masturbado e aproximou-se de nós, me cumprimentou e logo colocou seu pau na boca de sua companheira que estava mamando o meu. derrepente a linda loira começou a mamar nas duas varas e gemer bem gostoso, não resitindo a sua beleza e com bastante tesão, coloquei a camisinha e ela impinou sua bundinha simultaneamente chupando o cacete de seu companheiro, momento em que não me controlei e gravei meu cacete na bucetinha dela que dava para sentir que estava molhadinha de tesão. Quando a penetrava ela dava cada gemido gostoso e pedia para eu foder ela bem gostoso pois seu marido queria ver ela sendo fodida por um macho bem sacana. Como vi que ela estava gozando muito, aproveitei da situação e pedi para comer o cuzinho dela e logo ela me respondeu assim: "Pode comer o cú dessa vagabunda, come gostoso, come esse cú gostoso dessa putinha safada" Não me contendo enfiei meu cacete com força no cuzinho dela e comecei a socar em um movimeto rápido que fazia a lorinha se movimentar com o impacto da minha socada. Ela gemia e gritava bem alto de tesão e o seu companheiro olhava para ela e masturbava com muito tesão. metendo bem gostoso no cuzinho dessa loira safada não aguentei e falei que iria gozar e ela imediatamente, se ajoelhou no chão e me pediu para dar um banho de porra nela, muito excitado com isso tirei a camisinha e ao começar a bater punheta, veio meu gozo que logo colo quei meu cacete na cara dela, gozei muito e ao terminar de gozar, ela chupou meu cacete até sair a última gota de porra. Imediatamente, veio seu companheiro e gozou também na cara dela. Em seguida, eles despediram de mim, entraram dentro do carro deles e foram embora. Essa foi umas das melhores aventuras que já tive. Estou a procura de novas aventuras.

Aventura no ônibus

Eu estava na rodoviária comprando passagem para retornar à minha cidade, quando uma morena deliciosa na fila do guichê me chamou atenção. Fiquei olhando para o seu corpo e sonhando com ela quando fui acordado de meu devaneio pela atendente:- "É seu dia de sorte... última passagem!"
Segui feliz da vida para o fundo do ônibus quando, surpreso, descubro a morena acomodada na poltrona ao lado da minha. Laila era seu nome, e ela mostrou-se super simpática. Assim que o ônibus partiu já estávamos conversando animadamente. Conversamos praticamente sem parar até a primeira parada. Ao descermos para um lanche pude reparar melhor como ela era gostosa. Usava um vestido leve, que com a brisa marcava seu corpo perfeito.
Ela notou em determinado momento meus olhares mais compridos para suas coxas, e mordiscando seu lanche sorriu e perguntou o que eu estava olhando.
- “Estou reparando que seu namorado é um cara de muita sorte.” – arrisquei.
- “É mesmo? Por quê?” – ela respondeu me olhando fundo nos olhos.
- “Não é fácil encontrar uma garota tão bonita e que ainda saiba conversar.” – falei, mas sem tirar os olhos do seu decote.
- “Obrigada pelo elogio, Marcos, mas não tenho namorado. Eles dão muito trabalho...”, e voltando para o ônibus respondeu para mim, por cima do ombro:
- “Além disso, eu gosto de variar!”
Falou isso e deu uma piscadinha. Meu copo de suco quase caiu no balcão. Fiquei olhando ela se afastar incrédulo. Resolvi dar uma passada no banheiro para molhar o rosto e retomar a compostura, e fiquei me olhando no espelho e pensando o que eu deveria falar para tentar algo.
Não cheguei a conclusão nenhuma, mas ao voltar ao ônibus, descobri que ela chegara por mim. Rindo ela falou:
- “Nossa, como você demorou... Estava difícil para guardar?”
- “Como?”, perguntei sem entender a princípio.
- “Hehehehe... nada não, não repara. É uma brincadeira da época do colégio.”
- “Como é isso? Conta, eu não entendi.”
- “Não, deixa para lá...”, desconversou ela, com um jeitinho fingido de tímida.
Insisti até que ela, fingindo embaraço respondeu:
- “É que na época do colégio, cada vez que um garoto ia ao banheiro e demorava, nós cochichávamos que ele devia ter ‘um’ muito grande, então dava trabalho para guardar.”
Rimos bastante da estória dela, e a partir daí a conversa começou a ficar quente. Ela era extremamente maliciosa, e a cada comentário ou caso picante que ela falava meu pau crescia um pouco dentro da calça. Comecei a olhar para o decote dela e para suas coxas de modo ansioso. Novamente ela notou e perguntou se eu estava gostando do que via. Respondi que, apesar de estar vendo pouco, gostava muito.
- “O que mais você gostaria de ver?”
- “Na verdade, eu queria ver tudo...”, respondi, e dizendo isso coloquei a mão em sua perna, levantando seu vestido e deixando sua coxa roliça à mostra.
- “Nã-nã-não...” - brincou ela, “é toma-lá-dá-cá. O quê que eu ganho o direito de ver?”, perguntou, maliciosa.
- “O que você quiser... O que você gostaria de ver?”
- “Se ‘isso’ aqui é realmente grande...”, e dizendo isso colocou a mão sobre minha calça, apalpando meu pau duríssimo, a esta hora.
Ao fazer isso aproximou seu rosto do meu, e murmurando um ‘Noooosssssaaa...”, fechou seus olhos, me convidando para um beijo. Não precisou esperar... No escuro do ônibus, com a grande maioria dos passageiros já dormindo, nossas línguas passaram a se descobrir e se explorar. Minha mão deslizava pelo seu corpo moreno enquanto ela apertava meu pau, aumentando meu suplício.
Olhando em volta para ver se alguém próximo estava acordado (não estavam), ela abriu o zíper da minha calça, fazendo um barulho medonho, ao menos para mim. Preocupadíssimo que alguém pudesse se tocar do que estava acontecendo, quase não acreditei quando ela, com muita dificuldade, conseguiu livrar meu pau da cueca, e passou a segurá-lo com ambas as mãos, olhando para ele admirada.
- “Nossa, que delícia...”, falava enquanto manuseava-o, me deixando louco.
Eu já não agüentava mais...
- “Põe ele na boquinha, põe...” - Ela deu um tapa no meu braço, fingindo indignação:
- “Ah, é assim, é... Você sai por ai pedindo para as meninas chuparem seu pau no primeiro encontro?”
Nem acreditei no que ela falou, preocupado que estivesse ofendida de verdade. Mas ela ignorou minha babaquice e, após olhar novamente ao redor para certificar-se que todos dormiam, abaixou a cabeça sobre meu colo, pos a lingüinha para fora e ficou deslizando por ele, de cima abaixo. Após um tempo brincando assim, levantou o corpo e aproximando sua boca do meu ouvido, disse:
- “Seu pau é uma gostosura... Vou chupar você... Quero fazer você gozar”
Quase que ela nem precisa se dar ao trabalho!!! Ao ouvir isso me arrepiei inteiro. Ela abaixou-se e fez, sem conversa nenhuma, o melhor boquete que já experimentei na vida... Subia e descia sua boca com maestria sobre meu pau duro, enquanto eu passava a mão em sua bunda, tentando explorar sua calcinha já a mostra, uma vez que seu vestido estava levantado até a cintura. A posição no banco não nos favorecia muito, e meu medo de que a qualquer hora alguém iria acordar e ver aquela festa fazia meu estômago congelar. Ela porém, parecia não estar nem ai. Mamava meu cacete como se sua vida dependesse disso, alheia ao redor.
De repente, ela parou de me chupar (justo quando eu sentia que, logo, logo iria gozar), e levantando-se disse:
- “Mudei de idéia... Deixe eu passar”
Já no corredor, parou ao meu lado (que estava perplexo com a interrupção) e brincando com meu pau disse:
- “Esconde isso, menino... Mas não deixe ele diminuir de tamanho.”, e falando isso foi para o banheiro com sua bolsa.
Puto da vida fiquei lá, de pau duro, esperando ela voltar e tentando entender o que tinha dado na cabeça dela para, primeiro dizer que queria me fazer gozar, e depois sem mais nem menos, me largado lá, literalmente com o pau na mão.
Em poucos minutos ela retornou, olhando banco por banco se havia alguém acordado, reparei. Ao passar novamente na minha frente deslizei minha mão por baixo de seu vestido, e descobri o que ela foi fazer no banheiro... Ela havia voltado sem calcinha!!! Tentei puxá-la para que sentasse em meu colo, mas ela pulou para sua poltrona, ao lado da janela.
- “Deixe eu ver seu pau.”
Abri novamente a calça, mostrando meu pau duríssimo. Me deu um novo beijo, e fez algo que quase me deixou maluco: Ela abriu suas pernas e as apoiou nos encostos da frente. Levantando seu vestido, enfiou dois dedos em sua bocetinha, e tirando-os de lá meladinhos os deslizou pelo meu pau duro, dizendo:
-“‘Olha só como ela está molhadinha...”
Quase gozei na hora, com a certeza que atingiria o teto do ônibus!!! Seus dedos pareciam queimar meu pau. Fiquei estarrecido com a safadeza daquela menina. Queria possuí-la de todo jeito, de todas as maneiras. Ela colocou uma camisinha que trouxera do banheiro no meu pau, e decidida, sentou-se no meu colo encaixou meu pau em sua bocetinha. Desceu sobre ele, engolindo-o e arrancando um gemido abafado de nossas gargantas.
O problema, obviamente, era o local onde estávamos, junto mais de 30 pessoas. As que estavam por perto dormiam, de modo que fomos em frente. Obviamente ela não podia se mexer com liberdade ou desenvoltura, tornando a transa complicada, mas não por isso menos deliciosa. Seu vestido escondia nossos sexos, mas sua cavalgada, mesmo que contida, era pra lá de reveladora. Ela parecia se divertir com isso, vasculhando o ônibus à procura de movimentos.
Estávamos sentados agora na poltrona dela, e eu já perto de gozar, quando, de repente, vimos movimento ali da parte da frente do ônibus. Paramos por um momento, com ela saindo de cima de mim e sentando na poltrana do corredor. Rapidamente jogamos o cobertor de bordo em cima de mim, que estava com a calça já no tornozelo.
Uma mulher passou pelo corredor, em direção ao banheiro. A Laila segurava meu pau por baixo do cobertor, me punhetando. Eu ainda tentei soltar meu pau da mão dela, mas ela sorria e continuava me masturbando dizendo que não queira que ele abaixasse:
- “Fica quieto, senão você vai acordar o ônibus inteiro.”
- “Larga meu pau, sua louca... A tiazinha vai perceber.”
- “Não... Não estou nem ai para ela. Ela que arranje um pau só para ela, esse aqui e meu. .. E eu ainda não acabei de usá-lo.”, falou, rindo. Ato contínuo, pos a cabeça embaixo do cobertor e recomeçou a me chupar.
A atitude dela me deixava em polvorosa, mas também quase me matava de tesão. Ela era totalmente safada, mas de um jeito moleque, sensual, delicioso, enfim.
A tiazinha, finalmente acabou de usar o toalete, e voltou ao seu banco. Ao passar por nós, diminuiu o ritmo, notando a Laila com a cabeça sobre minha barriga, ainda meio encoberta pelo cobertor. Continuou andando para a frente, para alívio geral da nação, mas para mim ela viu algo mais do que devia. Em todo caso, felizmente ela não fez nenhum escarcéu, não armou barraco, não mandou acender as luzes e nos prenderem, nem chamou os bombeiros ou os escoteiros... Antes assim.
Não dava para simplesmente recomeçarmos a trepar, já que a Laila precisava ficar em cima de mim, e a tiazinha com certeza estaria ligada em qualquer movimento mais explícito da nossa parte. Mas o tesão era muito. Ficamos nos beijando, com a Laila mexendo no meu pau, e eu deslizando minha mão pela sua xoxota. Atravessamos o pequeno cobertor sobre nossos cobertos, e ela reclinando seu corpo abriu suas pernas para os meus dedos. Sem parar de beijá-la (até mesmo para sufocar seus gemidos), comecei a percorrer sua xoxota com meus dedos, primeiramente por fora, de leve... Em seguida introduzi primeiro um dedo nela, depois dois.
Ela rebolava prazerosamente na minha mão. Quando eu passei a movimentar meus dedos em círculos sobre o grelinho dela, em poucos momentos ela gozou, abafada pela minha boca colada à dela. Logo em seguida o ônibus saiu da estrada para uma parada em um dos postos com restaurante. Muitas pessoas permaneceram no ônibus, dormindo. Demos um tempinho para o povo descer e ir para a lanchonete, e quando o movimento dentro do ônibus parou, falei para ela:
- “Vamos, gata... Tenho um assunto pendente com você!”
-“Eu estava certa... você é um safado mesmo.”, disse ela, rindo, e me seguindo pelo ônibus.
Fomos direto para a área dos banheiros. Pelo adiantado da hora, e também pelo fato de felizmente só haver o nosso ônibus parado lá, embora enorme, o posto de parada estava quase vazio. Ficamos parados, de mãos dadas, olhando para o banheiro masculino e feminino. Ela teve a iniciativa:
- “Vamos no feminino. Acho que tem menos mulheres acordadas. E além disso, se me pegam no masculino, vão querer me currar ali.”, riu divertida.
Ela entrou na minha frente, olhou à procura de alguém, e me sinalizou para entrar. O banheiro era enorme, e muito bonito e bem arrumado, ao contrário dos existentes naqueles postos vagabundos ao longo da estrada. Fomos direto para a última cabine, de uma longa fila. Trancamos a porta, e já começamos a nos atracar. Ajoelhei no chão em frente a ela, e levantando o seu vestido pude, enfim, olhar de perto aquela bocetinha linda.
Era bem aparada, num corte retinho, uma faixa de pelinhos bem baixos, terminando em um par de lábios deliciosos. Levantei uma das pernas dela, apoiando no vaso, e cai de boca naquela fruta tentadora. Lambia e chupava a sua boceta, enfiava a língua o mais fundo que eu conseguia, enquanto ela segurava a minha cabeça entre as suas pernas, e rebolava.
Logo ela estava gemendo de novo... Pensei que se entrasse alguém, fatalmente iria bater na porta perguntando se ela estava passando mal. Resolvi diminuir o risco, e mudar as coisas. Fiquei de pé e abaixei minha calça, liberando meu cacete novamente. Ela deu mais uma chupada nele, deixando-o brilhando, e pegou uma outra camisinha na bolsa. Em seguida, virou-se de costas para mim, colocou novamente uma perna sobre o vaso, e segurou seu vestido levantado.
Sua bunda era um tesão, linda. Encostei meu cacete na entrada da sua boceta, e penetrei-a. Com o tesão que estávamos, foi colocar o pau dentro dela e começar a foder rapidamente, forte, sem tempo para romance. Era uma trepada sacana, de tesão mesmo. Meu corpo batia contra a bundinha dela, fazendo uma barulho característico para quem ouvisse. Mas não dava mais para nos controlar, agora era “morro abaixo”.
Eu olhava aquele corpo moreno, vestido levantado, aquela bunda gostosa, o inusitado da situação... Me senti comendo uma estrela do vídeo pornô. Mais uns poucos movimentos e anunciei que iria gozar. E justo nessa hora ouvimos gente entrando no banheiro.
Paramos de nos mexer, e ficamos atentos, ouvindo. Pareciam duas mulheres, conversando. Uma dizia:
- “Não é impressão minha coisa nenhuma... Eles estavam de safadeza lá no fundo do ônibus. Eu sei do que eu estou falando.”
- “Ai, Ester, deixa disso... e se eles estivessem se beijando, e daí? São jovens, deixa eles.”
- “Se beijando??? Eu SEI que eles estavam fazendo outras coisas. O rapaz estava até suando. E aquela menina tem cara de vagabunda.”
Dentro da cabine, sufocávamos o riso, enquanto a Laila ao meu lado segurava meu pau, me masturbando de leve. Do jeito mais discreto que conseguimos, eu a sentei no vaso e, com pau na altura da cabeça dela, comecei a foder a sua boca, com camisinha e tudo.
Lá fora continuava a discussão sobre a nossa falta de vergonha na cara, e se estávamos só namorando inocentemente ou re-escrevendo a definição para a palavra “pecado”. No reservado meu pau estava prestes a explodir, eu louco para voltar a comer a Laila, e as duas futriqueiras não arredavam pé do banheiro. Comecei a pensar em como faríamos para sair dali, e na possibilidade de perder o ônibus, se elas demorassem muito.
Felizmente, após o que pareceu uma eternidade as vozes diminuíram e elas foram embora. Na mesma hora mudamos de lugar, eu sentei no vaso e a Laila, de costas para mim, sentou no meu colo. Encaixei meu pau na sua xoxota e recomecei a comê-la, com movimentos fortes e rápidos. Segurava nos seus peitos deliciosos, já colocados para fora do vestido, alisava as suas coxas roliças. Que tesão era aquela morena. Não deu para segurar mais, e meu gozo represado já há muito tempo fluiu enfim para dentro dela, alagando a camisinha que eu usava. Eu senti como se pudesse apagar um incêndio em curso, tal a intensidade e quantidade dos meus jatos de leite dentro dela. Ela foi diminuindo o ritmo, mantendo ainda meu pau dentro da sua boceta., e começou a rebolar em cima de mim. Senti arrepios percorrerem meu corpo, enquanto recuperava o fôlego.
Aceleramos nossa arrumação, para não perdermos o ônibus. Ela saiu, viu se a barra estava limpa, e em seguida eu sai do banheiro. Na porta, saímos de mãos dadas, e ao chegarmos ao ônibus vimos que a tal “Ester” estava na janela, nos olhando. Com certeza deve ter-nos vistos sair juntos do banheiro. Pensei um pouco na situação e, puxando a Laila para mim, dei-lhe um demorado beijo na boca.
Estávamos bem em frente a janela da tiazinha... Movido por um impulso, provavelmente influenciado pelo comportamento arteiro da Laila, desci minha mão e brindei a tiazinha com uma super passada de mão na bunda dela, fazendo o vestido entrar entre as nádegas deliciosas dela.
Entramos rindo no ônibus, ignoramos a fofoqueira, e dormimos abraçados o resto da viagem.


Foto 1 do Conto erotico: Aventura no ônibus

Foto 2 do Conto erotico: Aventura no ônibus

Foto 3 do Conto erotico: Aventura no ônibus

UMA SURUBA EM FAMILIA

Como relatei no meu conto anterior acabei não so fazendo sexo com minha sobrinha Renata como com sua mãe que e minha irmã e tambem com minha mãe, gente você podem até me chamar de doido mais e verídico o que estou lhes relatando a vocês, o que adorei em tudo isto foi fazer não so sexo com minha sobrinha e minha irmã mais principalmente com minha mãe que acredite por sua idade e uma coisa na cama olha que a coroa tem 70 anos mais adora uma pica e me confidenciou que já vinha a um bom tempo desejando mais que meu pai não mais a procura e acaba se vendo só e quando vai ao banheiro na hora do banho e se masturbando e que quando soube da minha safadeza com minha irmã e sua neta, pediu a minha irmã que se podia participar da brincadeira onde minha irmã acabou sem eu saber um dia que estavamos os três na cama, saiu e telefonando para nossa mãe e convidando para participar da brincadeira o que não demorou muito tempo a mesma chegou e como estava no quarto comendo Roberta não viu achando que minha irmã tinha ido preparar algo para nos comer depois daquela parada o que sempre fazia, me assustei quando minha mãe entrou já nua e nos falou que lindo tio comendo a sobrinha e a mesma gemendo em seu cacete e sem demora nos falou eu também quero sentir esta pica na minha boceta e se deitando junto de nos e me beijando me falou você em filho com esta cara de santo em acalmando mãe e filha para não sair por ai biscatear que legal em, agora vai poder satisfazer também sua mãe que anda loca para levar uma pica na boceta, Roberta vendo a carência da avó sai de cima e falou vai vovó senta na pica do tio e mata esta sua vontade que esta ai dentro de você a mais tempo que a minha, assim que Roberta saiu minha mãe deu um beijo em sua boca e lhe falou obrigado minha neta deixa a vovó matar o seu tesão nesta pica lindo do meu filho e seu tio e subindo começou um sobe e desce e gemer e dizer que delicia como estava com saudade de um cacete em minha boceta e rebolava e me falava fica quieto deixa eu me mexer pra relembrar meus velhos tempo filho e como uma doida dizia nossa como e bom que coisa gostosa, se uniu a nos minha sobrinha minha irmã e começaram a fazer carinha em minha mãe e dizer vai cora goza gostoso goza e fazendo carinho e a beijando que teve uma hora que achei que ia dar o troço em minha mãe de tanto que a velha gozava em minha pica que delicia.
Vocês que acha que uma mulher que depois que atinge uma certa idade não tem prazer e porque não conhece minha mãe coroa e fogo adora fazer sexo em todas as posição e adora dar o cuzinho e acabou descobrindo que e lésbica pois adora fazer Renata e minha irmã gozar em sua boca enquanto eu como ela nossa, a partir deste dia passamos a fazer sempre sexo e tem vez que minha mãe vem até a minha casa e passamos horas metendo já cheguei a passar uma noite inteira com ela quando meu pai sai para visitar os outros meus irmãos e uma loucura, pois eu ponho todo aquele tesão que sempre tive por ela na minha adolescencia para mim e uma linda mulher que esta em meus braços e segundo ela me falou se soubesse que sempre tive vontade de meter nela não teria corneado meu pai com alguns amigos dele na época pois teria um macha na sua própria casa e me elogiou muito dizendo agora sei o porque que sua mulher dis que você na cama e fogo seu safado, A uma coisa que ia deixando passar segundo minha sobrinha minha mãe e tanto minha irmã lhe confendiciou que se possam queria ter um filho meu para poder cuidar bem pena que eu por ser um cara activo fis uma operação de vazequitomia para não sair por ai engravidando as mulheres com quem me relaciono, pois podemos ter nossos casos entre família e por fora mais com consciência de que já estamos errados em nossos actos, e não queremos deixar marcas o desgostos em pessoas que compartilhamos as nossas relação, temos que ser honesto com elas e isto que prezo em minhas relação



Foto 1 do Conto erotico: UMA SURUBA EM FAMILIA

Foto 2 do Conto erotico: UMA SURUBA EM FAMILIA

Foto 3 do Conto erotico: UMA SURUBA EM FAMILIA

Foto 4 do Conto erotico: UMA SURUBA EM FAMILIA

Safadeza No Parque para Morena e Coroa

ntem fui ao pq do Ibirapuera, estava quente um sol daqueles e sei que sempre tem mulheres tesudas tomando banho de sol no gramado próximo ao planetário ao lado da pracinha Onde tem a foto do Santos Dumont na beira do lago. Lá é um local de pura safadeza tem guys, mulheres e caras tarados como eu. Quando cheguei já tinha uma coroa que freqüenta o local, ela estava de biquíni, mas não gosta de aproximação, sempre fica na dela. Tinha Tb um coroa de uns 55 já grisalho com um shorts folgado estava andando de um lado pro outro no gramado como se estivesse passeando olhando os patos e gansos que tem por ali, eu sentei num banco próximo e fiquei a toa, logo chegou uma morena de uns 35 uma falsa magra com um shorts e camiseta e uma bolsa, ela tirou da bolsa uma toalha estendeu no gramado e foi tirando a camiseta e shorts ficando com o biquíni que estava por baixo, um tesão de mulher.
Como sempre dei um tempinho fui até o gramado côo se não tivesse o mínimo interesse pela morena e um pouco afastado, mas numa distância que desse pra observar bem me sentei, humm que delicia de mulher ela estava deitada com os joelhos dobrados e meio abertos, estava com um livro na mão, a da onde eu estava dava para observar tecidinho fininho cobrindo os grandes lábios da buceta gulosa, nenhum pelinho escapando pelos ladinhos, mas a tirinha do biquíni era minúscula quase dava pra ver os grandes lábios de fora, meu pau foi endurecendo ate fica latejando nos seus 20 cm bem grosso e cabeçudo. Eu aproveitei para tirar o shorts, já que estava com uma sunga por baixo o pau estava marcando latejando dava pra ver até o formato da cabeçona no tecido da sunga sem forro, começou aquele jogo de exibicionismo ela percebendo o volume enorme e sabendo que era por ela que eu estava daquele jeito, ora ela ajeitava o biquíni ora deitava de bruços oferecendo aquela bunda gostosa como bikininho quase todo enfiado. O coro ficou muito interessado, mas não nela e sim em olhar o meu pau duro, tanto eu como ela vimos como ele ficou com o pitinho duro e alisava olhando pra minha rolona. Eu fazia questão de ajeitar a rola enfiar a Mao dentro da sunga e arregaçar a cabeçona como se estivesse só acomodando. Nossa que tesão porque ela Tb ajeitava o biquíni toda hora, foi ficando tão tesudo que eu comecei a punhetar devagar por cima da sunga apertando forçando pros dois verem como estava latejando e grosso, ficamos nisso mais de uma hora, fui ficando tão descarado tão tarado que puxei a rolona pra fora pela lateral da sunga deixando até o saco solto e comecei uma punheta lenta gostosa. O coroa e a morena ficaram meio que hipnotizados olhando meu sacão balançar e eu arregaçando a cabeçona e cuspindo, eu deixava um filete de saliva da boca até a cabeçona depois espalhava coma mão, a cabeçona foi ficando avermelhadona brilhando de tão melada e conforme eu punhetava até fazia aquele barulho de punheta melada gostosa, eu fechava os dedos indicador e polegar em forma de anel e arrombava com a cabeçona pra eles verem. Ela começou a mexer no grelo por cima do tecidinho do biquíni e apertando esfregando sem parar de olhar e o coroa começou uma punheta bem frenética, fui aumentando o ritmo da minha punheta olhando os dois tesudos quase babando de tesão em ver minha rolona enorme, as vezes aparecia alguém andando no gramado ou passando por trás de umas folhagens que tinha a nossas costas e ouvíamos as conversas ai dávamos uma diminuída na sacanagem, voltando logo que o pessoal passava. Nisso fui ficando com vontade enorme de mijar, não tive duvida parei de punhetar segurei a rolona apontando pra baixo e mijei , urinei em golfadas, a morena enlouqueceu olhou fixamente e enfiou a mão dentro do biquíni, pude ver o biquíni molhando e a urina saindo com mão dela dentro apalpando a buceta e ela fechando os olhos, a vadia tava mijando sem tirar o bikine... que delicia o coroa olhou eu mijar e lambeu os lábios punhetando sem parar com a mão dentro do shorts.
Terminei de urinar balancei a rolona a vadia da morena estava gemendo ainda de olhos abertos olhando descaradamente, eu recomecei a punheta, mas forte bem forte fazendo o saco balançar e fazendo barulho pra eles ouvirem o som melado, em alguns instantes comecei a esporrar na grama em golfadas novamente nossa que tesão. Assim que terminei a esporrada dei um sorriso que foi retribuído pelos dois, um sorriso de cúmplices, pois atrás de nós tinha umas folhagens e logo depois das folhagem era a rua por onde o pessoal passava caminhando e durante todo esse tempo tinha pessoas passando tanto é que às vezes tínhamos que parara a safadeza pro pessoal não ver, limei a cabeça do meu pau com um lenço a morena estava se limpando Tb o coroa nem sei se se limpou só sei que foi saindo e indo embora eu me levantei e fui andando ao passar pela morena, falei como se fosse comigo mesmo “que gozada mais tesuda, nossa delicia, amanhã volto aqui de novo quero dar outra gozada dessas” dei uma olhada para morena que estava guardando o livro nosso olhos se cruzaram, ela vermelhinha baixou os olhos e continuo coma arrumação das coisas. Hoje choveu não deu pra eu voltar, mas assim que fizer sol estarei de volta por lá. Se você gosta dessas safadezas me escreva tenho muitas experiências pra ficarmos conversando.


Ficha do Conto

Escritor:
 Sérgio Fernando

Nome do conto:
Safadeza No Parque para Morena e Coroa

Codigo do conto:
9059

Categoria:
Exibicionismo

Data do Envio:
18/02/2010

Quant.de Votos:
2

Quant.de Fotos:
1

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Foto 1 do Conto erotico: Safadeza No Parque para Morena e Coroa

A crentinha safadinha virgem

Hoje dia primeiro de janeiro de dois mil e dez faz exatamente um ano que me aproximei de Linete uma crentinha da Igreja Assembléia de Deus, baixinha eu a conhecia de vista não sabia nada mesmo a seu respeito ate aquela data então na casa de uma ex-aluna, dia a qual essa ex-aluna faz aniversario e eu como sempre sou convidado e Linete lá estava e não perdi oportunidade fui me aproximando aos poucos ate que ela aceitou que ficássemos juntos conversando, então na madrugada ela pediu que eu a levasse ate em casa, como sempre muito cavalheiro fui a levei e não tentei nada a não ser um beijo e não ganhei, confesso que achei que havia perdido a noite, mas na manha seguinte seria realizado a posse do novo prefeito da cidade e ela então me liga para que eu a fosse buscá-la que ela pudesse assistir, vi aí a luz no fim do túnel, fui prontamente buscar e a levei para a posse passamos quase o dia juntos e então já rolou beijos e uma avançadinha na direção de querer comer a crentinha, mas recebi um cartão vermelho, resolvi deixar essa mulher de lado, mas para quem é pegador sabe do que estou falando a gente não se sente muito bem sabendo que já chegou tão próximo e acaba por perder, então fui a luta e levei a danadinha para um local distante o parque do pássaros aqui na minha cidade, é um local distante do centro cheio de verde, e muitas trilhas, não deu outra ela acabou cedendo e eu consegui algo que não imaginava ser tão rápido passar a mão não xaninha da crente, ao passar a mão ela se arrepiou toda notei que ela estava louca pra levar vara na fendinha entre as pernas, então a levei para um sorvete e ela se sentindo o máximo, aceitou uma volta a mais, fomos direto para o motel.
Amigo leitor aqui começa o conto de verdade, pois na minha concepção as mulheres protestante “evangélicas” só fuderiam tipo papai-mamãe, mas me enganei tomei um show de xana da mulher, ela era cabaço, mas era maluca, quando a coloquei sobre a cama ela tremia e pedia pra ter cuidado, pois nunca havia dado a homem nenhum, só sabia gozar usando o dedinho no grelo, que é avantajado tipo uma couve-flor, quando passei a língua ela gemia e se arrepiava todinha, falando de livros que havia lido e de papo com as colegas, e quando fiquei totalmente nu ela pegava meu pau e perguntava se eu ia enfiar aquilo tudo na xerequinha dela, e de ia doer, se eu tinha paciência? E eu concordando com tudo, ate que não agüentei mais e me posicionei no meio de suas pernas e comecei enfiar o pau de vagarinho e ela gemia falava que estava doendo, mas pedia para não parar, não perdi oportunidade para falar muitas putarias em seus ouvidos enquanto a fodia:
O que esta na sua xana?
É um pau gostoso, é uma vara deliciosa que esta arrombando minha xaninha.
Que é a crentinha mais putinha do mundo?
É essa que ta ganhando vara pela primeira vez agora, ta doendo mais quero ser fodida inteirinha.
Depois de um tempo cadenciado enfiando e tirando nós paramos, nem eu nem ela gazamos fomos para o chuveiro, então vi na cama a marca do cabacinho dela, pois tinha sangue sobre o lençol, após o banho comemos umas frutas e voltamos para a nossa batalha pulei de uma vez na trincheira dela e bombava, quando vi ela já estava por cima comandando a foda, ela cavalgava como se fosse profissional, meio desrritmada, mas sabia fazer entrar e sair e sentava fazendo o pau sumir todinho na sua xota, gozava e continuava, e eu fiquei perplexo com o desempenho da crentinha, gozei uma vez e entao voltamos para casa, mas ficou uma impressão de que não havia comido ela do jeito que ela merecia, mas para isso não faltaria oportunidade, e não demorou muito mesmo para tal feito, nos encontramos e resolvemos ir para uma cidade proxima onde poderiamos ficar de boa. Vou contar essa historia no proximo conto.
Ah! E quanto essas fotos deu um certo trabalho, mas consegui fotografá-la. Valeu!                                


Ficha do Conto

Escritor:
 falconmoscou

Nome do conto:
A crentinha safadinha virgem

Codigo do conto:
592

Categoria:
Heterosexual

Data do Envio:
01/01/2010

Quant.de Votos:
6

Quant.de Fotos:
5

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Foto 1 do Conto erotico: A crentinha safadinha virgem

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SANDRINHA BONECA-O inicio da transformação

Atualmente estou com 18 anos, tudo começou dos 13 para 14 anos, quando eu me vestia com as roupas de minha irmã mais velha, as roupinhas dela me serviam. Loirinha e pequena com apenas 1,60m tinha a bundinha bem arrebitada e redonda para um garoto da idade, todos comentavam. Todas as minhas fantasias envolviam homens maduros, grandalhões e bem dotados.O desejo de ser mulher me dominava, queria ter uma bucetinha...seios. Queria ser possuída e fecundada por um macho viril e dominador... engravidar e ficar com os seios cheios de leite...
Fiquei sabendo que pílula anticoncepcional tinha hormônios e consegui pegar uma cartela da minha irmã... tomei e comprei outras. Meu corpinho começou a tomar formas femininas...
Com lingerie, fechava as pernas prendendo meu pintinho entre as pernas, fingia que era uma menina e me olhava no espelho me masturbando sem parar, gozava várias vezes durante o dia quando não tinha ninguém em casa e enfiava vários objetos no meu cuzinho.
Onde eu morava com minha mãe e a irmãzinha,era o segundo andar e dava para uma casa onde morava sozinho um negro enorme chamado Josias, acho que ele tinha uns 35 anos, mais de 1,80m e era muito forte, trabalhava como pedreiro.Eu estava apaixonada e queria me dar todinha para ele e perder minha virgindade.
A janela do meu quarto dava para a janela do quarto dele. Eu ficava olhando escondida para ele que já tinha percebido, ficava mexendo comigo fazendo sinais obscenos. Até que um dia, resolvi me mostrar para ele só de calcinha e soutien. Ele enlouqueceu e tirou o pau para fora. Fiquei hipnotizada olhando aquele pau grosso e negro brilhando na mão dele. Meu cuzinho piscava e estava ficando molhadinho de tesão. Provoquei colocando o dedo na boca e chupando. Ele entendeu.

Naquela noite me chamou na casa dele e ficamos vendo filme porno. Ele começou a me acariciar e, de repente, me agarrou firme e beijou com paixão com língua e tudo. Eu só via estrelas e correspondi, era meu primeiro beijo. Daí para chupar o pau dele foi um passo, também era a primeira vez que pegava num pau de macho, mas já sabia direitinho como fazer. Senti o cheiro e o gostinho ácido das gotinhas que saiam daquele pau descomunal, até que ele gozou e inundou minha boca com toda aquela porra. Como ele segurava minha cabeça com as duas mãos, tive que engolir tudo.
Saí da casa dele com um pouco de nojo, mas tinha saboreado o sabor do macho e acabaria ficando viciada em tomar leite desse jeito. Mal consegui dormir e me masturbei várias vezes. Sabia que na próxima vez seria enrabada e teria que me preparar para isso. Conversei com ele depois de alguns dias e combinamos o dia em que eu me entregaria toda para aquele macho maravilhoso e seu pau descomunal. Vou contar isso tudo na próxima vez.

                                


Foto 1 do Conto erotico: SANDRINHA BONECA-O inicio da transformação

Exibicionismo em BH

Meu nome é Rodrigo e o da minha esposa Cláudia, somos de Belo Horizonte, ela é morena, bonita, cabelos longos, 1,62, 53 kg, seios pequenos durinhos e empinadinhos, cintura fina e bumbum grande, enfim, deliciosa. O que passo a narrar agora foi uma das nossas transas, gostamos de exibicionismo, já fantasiamos mais alguém em nossa cama, mas não tivemos coragem de realizar esta fantasia, pois ela é muito recatada e eu ainda inseguro, não gosto dos relatos que o cara fica xingando o outro de corno, e vejo que a maioria dos caras que fazem o ménage acham que nossas mulheres são piranhas, logo isto nos desanima bastante. Mas vamos ao conto. Quando éramos namorados e até como noivos, gostávamos de transar em locais públicos ou que corrêssemos o risco de sermos pegos. Quando namorávamos, estávamos na casa dos pais dela e dormimos na sala de televisão eu, ela e minha cunhadinha, lá pelas tantas as duas dormiam e comecei a fazer carícias na Cláudia, alisando seus seios e sua bucetinha carnuda, começamos a nos beijar e ela foi descendo a mão até meu pau que já estava duro como pedra, de tanto nos esfregar o tesão tornou-se incontrolável e ela de repente me virou chegou sua calcinha para o lado e subiu no meu pau encaixando-o em sua bucetinha já encharcada de tesão, minha cunhada a poucos centímetros de nós parecia em sono profundo, mas até hoje não sabemos se ela nos flagrou, pois permaneceu imóvel durante toda a transa, após uns dez minutos de vai e vem naquela bucetinha deliciosa enchi ela de porra quente e grossa e caímos ofegantes, ainda com medo de que ela acordasse ou que meu sogro aparecesse. Essa sem dúvida foi a transa mais arriscada de todas, mas tivemos outras tantas que também foram deliciosas e que passo a contar. Certo dia saímos para um boate e depois fomos a um drive-in, já na boate eu sentado e ela em pé com uma saia preta e uma meia calça ¾ que dava acesso a sua bucetinha que era acariciada sem rodeios para quem quisesse ver, quando entramos no drive-in já quase sem roupas desci do carro, chamei-a e ela meio sem entender mas com um baita tesão saiu do carro, acabamos de tirar toda a nossa roupa e aquela morena deliciosa e com tesão estava ali toda entregue a mim, virei-a de costas e enterrei meu pau em sua bucetinha, colocando-a bem rente à cortina do drive-in, e de repente ainda atolado em sua bucetinha abri a cortina com ela se apoiando com uma mão na parede e a outra na cortina aberta, a nossa frente, um pouco afastado o segurança do local fitava a cena que não devia estar acreditando, aquela mulher maravilhosa nuazinha em pêlo sendo deliciosamente metida por trás, ela ficou assustada pediu para entrarmos no carro, mas eu estava adorando exibi-la para o segurança que acariciava o cacete disfarçadamente, o cara por respeito ou receio não se aproximou(infelizmente, pois naquela noite eu estava muito chapado e com certeza deixaria pelo menos ele tocar uma punheta pertinho dela), após uns cinco minutos de exibição direta entramos no carro e gozamos bem gostoso comentando o fato que acabara de ocorrer, perguntando a ela se tinha gostado de se exibir, ela respondeu que sim gozamos como loucos, mas depois disse que ficou envegonhada e arrependida. O fato é que depois disso várias outras vezes já nos exibimos e a cada dia isto ia se tornado uma constante em nossas transas, até que depois do casamento ela só quer entre quatro paredes e eu fico insentivando-a a vestir roupas provocantes, sair sem calcinha, deixar uma parte dos seios à mostra, mas infelizmente tem sido cada vez menos frequente. Quando ela está com muito tesão ela me pergunta se eu gostaria de ver outro pau na bucetinha dela e respondo sempre que se era isso que ela queria ela poderia ter, mas ficamos só nisso, ainda procuro alguém ou alguma situação ideal ou algum casal para realizarmos a fantasia de transar no mesmo ambiente. Se gostaram do nosso primeiro conto, e têm casos semelhantes, escreva-nos. Gostaria de conhecer casais de BH com a mente aberta para poder trocar esse tipo de intimidade, uma vez que não posso falar disso abertamente em casa ou no trabalho, não quero envolvimento sexual, pois não tenho a intenção de traí-la, apesar do tesão incontrolável que sinto com exibicionismo, ménage e mesmo ambiente.
                              
                                



Foto 1 do Conto erotico: Exibicionismo em BH

domingo, 17 de fevereiro de 2013

ESPOSA FOGOSA

Olá, para aqueles que não me conhecem, sou a Sra. Cinquentão-SP, casada a 31 anos com o Sr. Cinquentão-SP e com dois filhos, praticante de swing e ménage. Tenho 51 anos – véspera de completar 52, 1,70 m, 68 kg muito bem distribuídos e, segundo o que me dizem, dona de um corpão, com seios médios, coxas grossas, cinturinha fina e um bumbum apetitoso e muito guloso.
Devido ao meu corpão, onde quer que eu vá, não passo despercebida. Tem sempre alguém me admirando, seja homem ou mulher. Em casa não mantemos segredos e conto tudo para o meu marido e ele curte muito.
Desde o tempo de namoro, nosso relacionamento nunca foi possessivo. Acredito que o fato de havermos estudado em faculdades e em cidades diferentes foi o que nos levou a este tipo de comportamento. Amo meu marido de paixão e sei que ele me ama muito, também. A liberalidade do relacionamento teve início, mais ou menos, no quinto ano do casamento e começou quando ele quis apimentar a relação.
Nossa iniciação no mundo liberal se deu, exatamente, com meu exibicionismo. Nessa época, quase toda vez que transávamos, antes ele me pedi para contar se alguém mexera comigo, se haviam falado alguma bobagem, esse tipo de coisa. Eu contava e nos masturbando, gozando intensamente. Às vezes eu até inventava,só para ver até onde íamos.
Certa vez, eu precisando de comprar sapato, eu o convido a ir ao shopping. Ele concordou em me acompanhar, mas me pediu que colocasse um vestidinho soltinho e curto. Perguntei o motivo e ele me disse que queria ver desfilando para os babões e babonas. Vesti uma calcinha asa delta,naquela época a fio-dental não existia, branca e transparente na frente e mostrei para ele, levantando o vestido com uma rodada. Quando ele viu o sombreado dos pentelhos da bucetinha e o meu belo e gostoso rabo, ficou doidinho.
Só que não fomos ao shopping, mas a um bairro distante de casa chamado Itaquera. Já no centro comercial do bairro, que na realidade havia sido um município incorporado pelo governo militar ao município de São Paulo, ele sugeriu que fizéssemos de conta que não éramos casados e que ele andaria um pouco atrás, só para ver a cara e os comentários e elogios das pessoas. Cantadas daqui e comentários dali, entre outras ele ouviu dizerem algo do tipo: “Gostosa! Que rabão delicioso!”. Mas o maior cara dura foi um senhor que comentou com ele, sem saber que era meu marido, quando paramos diante de uma vitrine: “Nossa! Que mulher gostosa, olha só o tamanho da calcinha dela, tá com ela todinha enfiada no rego”. Entramos nessa loja, era dessas que vendem de tudo, sapatos, bolsas, roupas, etc… Ele entrou um pouco atrás e ficou só observando,já de pau duro.
Logo veio um vendedor afoito em me atender, que depois que eu disse que queria ver sapatos, me trouxe quase que a loja inteira. Disse ao coitado que precisava de ajuda para calçar e então a tortura começou.
O vestidinho curto subia até a altura das coxas, deixado-as a mostra. O vendedor quase desmaiou quando viu minha calcinha depois que dei uma cruzada de pernas. Ele até que tentou disfarçar, mas eu, cada vez mais safada, ora descruzava, ora cruzava, ora sentada me abaixava e entreabria as coxas fingindo ajustar uma fivela, ou admirar algum detalhe. Meu marido sentou na minha frente e ficou observando as reações do vendedor, que era um rapazinho, super novinho, que deveria ter, no máximo, 19 anos. Teve uma hora que eu inventei que não estava conseguindo afivelar uma sandália e me pegou no tornozelo. Nisso eu abro as pernas mais um pouquinho, deixando que ele apreciasse o quanto quisesse minhas coxas e minha bucetinha através da calcinha transparente. Ele fica sem jeito, mas de pau duro, mostrando gostar do que vê. Então me levanto e digo que vou levar a sandália e faz uma cara de coitadinho, como se me pedisse para ficar mais. Pago e vamos embora. Chegando no carro meu marido doido de tesão me beijou, enfiou a mão na minha buceta e me disse: “Safadinha! Você gostou, não é? Tá com a buceta melada de tão molhada”.
Nem preciso dizer que mal entramos em casa e ele já foi me agarrando, me beijando e me empurrando na direção do quarto, para pular em cima de mim, babando. Eu nunca o tinha visto assim. Ele me pediu para contar tudo, timtim, por timtim, pois não deu para houvir e ver tudo o que se passar dentro da loja. Contei e a cada detalhe ele parecia que ia explodir de tesão. Quando lhe disse que o rapazinho vira minhas coxas e calcinha, ele perguntou se eu tinha gostado de me mostrar. Disse que sim, que havia gostado de me exibir para o rapaz e, para minha surpresa, ele me revelou que gostaria mesmo era que ele estivesse ali conosco me comendo. Foi a gota d’água, não aguentamos mais e trepamos e gozamos, os dois como se fôssemos animais no cio.
Foi a primeira vez que fizemos. Achamos que nossa experiência e aventura havia sido uma delícia e resolvemos nos aprimorar.

Maria helena e seu amante no motel



Maria Helena e seu amante
Vou contar um caso que aconteceu comigo em junho de 2008.
Trabalhei numa empresa na cidade vizinha, no interior de São Paulo pouco antes , e lá tive uma chefe , alta muito bonita e com um corpo maravilhoso.Devia ter uns trinta e poucos anos , mais com um rabo de fazer inveja a qualquer menina de 20.Era seria e durona , apesar de saber tratar as pessoas com educação .A típica chefe. Trabalhei poucos meses e fui dispensado porque o serviço fracassou , e logo arrumei emprego num motel da cidade vizinha, como auxiliar de manutenção.Numa bela tarde do inicio de junho, estava consertando uma tomada do lado de dentro da recepção , quando vi entrar um carro. Era ela , minha ex chefe entrando ali,com um cara que não era seu marido,pois ele trabalhava na mesma empresa e o conhecia.Fiquei curioso e assim que a atendente liberou o quarto , corri para ver se não e stava enganado.Todo quarto de motel tem uma porta de manutenção e uma portinhola de serviço , e me posicionei ali e deixei uma fresta para conseguir enxergar bem. Sempre que passava alguem eu fingia que tava consertando alguma coisa, e logo voltava a espiar.Entraram e era realmente ela,eu não tinha me enganado. Estava com um vestido com ziper inteiro na frente e botas,se, sutian porque dava pra ver os bicos duros dos peitos por cima do tecido.Fiquei d e pau duro na hora so de imaginar aquela chefe durona ali,com um cara que não era o marido.Peguei meu celular para fotografar , mais tinha pouca memoria e so conseguiria algumas fotos,mais o zoom me ajudou a apreciar acena de camarote. Ela Sentou-se na cama e ele ficou ao lado , e conversaram por cerca de uns 10 ou 15 minutos.Não ouvia direito oque falavam ,mais logo o clima esquentou. Ele veio até ela e começou a beijá-la e a safada correspondeu prontamente.Ela estava com as pernas sobreposta , mais foi só ele acariciar suas coxas que ela tratou logo de abrir as pernas pra ele achar sua bucetinha.Ela estava com uma tanguina escura,que não pude ver a cor direito,porque ele logo arrancou e deixou a mostra aquela buceta maravilhosa,greluda e com labios volumosos.Tinha somente um bigodinho na testa e o resto toda depilada.Ele abriu o vestido todo e apareceram os seios maravilhosos , com bicos durinhos ,a final ela devia estar excitada e claro,ele degustou e chupou os dois .Ficaram umm tempo se amassando e logo ele caiu de boca naquela grutinha linda.Ela se contorcia e forçava a cabeça dele contra a buceta,como quem diz ‘Chupa mais”Ele chupava com tanto gosto que chegava fazer barulho e a safada gemia e se contorcia. Não demorou e ele tirou a roupa e apresentou seu pau para ela. O cara tinha um pau que não era muito grande,mais era muito grosso e cabeçudo , com um saco volumoso. Ela pegou aquele mastro e com dificuldade colocou a cabeçona na boca, e começou afazer um boquete que me deu inveja daquele cara. Ela mamava feito uma novilha e sugava com força. Dava pra ver ele se contorcer d etesão. Ela subia e descia os labios naquela tora,sugando com maestria.Se fosse eu gozava na boca dela na mesma hora.Logo ela se deitou de frango assado e le enterrou a tora na bucetinha dela.Deu pra ver aquela cabeçona abrindo caminho pelos labios carnudos da grutinha e ela gemia alto.Ele começou a bombar enquanto mordiscava o pescoço dela.Eu ja estava quase gozando so de ver aquela cena. Era maravilhoso ver aquela mulher seria e firme , sendo possuida daquele jeito.O cacete entrava e saia e arreganhava aquela bucetinha carnuda ,que de tão molhada já começava e escorrer pelo rego dela. O saco dele que era grande batia na porta da xana dela e fazia barulho a cada bombada..Bombaram mais um pouco e mudaram de posição algumas vezes até que ele se ditou e ela veio por cima.Pra minha sorte, ela ficou com a bunda pro meu lado. Que rabo espetacular!,o grelo dela estava saltado pra fora de tanto tesão.Ela deitou sobre ele e encaixou denovo a cabeçona na porta da grutinha,e la se foi ele pra dentro arrombando e alargando aquela xana que jamais pensei ver, apesar de sempre admirar a beleza daquela mulher.
Ela começou a rebolar ,de uma forma que até então eu não tinha visto ,com movimentos laterais , torcendo e contorcendo o pau dele com a buceta , e ele gemia. Ela rebolava e gemia alto e as vezes dava umas estocadas,subindo a bucetinha até a cabeça do pau e enterrando até o saco. Não demorou ela anunciou que ia gozar. Gozou gritando e gemendo e escorreu seu liquido pelo saco dele , mais não parou e continuou rebolando e logo ele foi quem gozou , e dentro dela!Aí vi porque aquele saco volumoso.Ele descarregou tanta porra dentrod ela que vazou pelas beiradas, mais ela continuou e ele não amoleceu e continuaram metendo assim e ela gozou mais umas 03 vezes ! Haja folego , e ele aguentou firme , com a tora atolada naquela gruta melada,que agora já estava completamente melecada de porra e escorria pelo pau dele até a cama.

realizando minha fantasia !

Oi nome e Isadora ;vou contar de um cara que fez safadezas comigo .
Eu sempre tinha uma vontade de dar em grupo tipo eu e a minha amiga Geovaninha e mais 2 garanhões ou mais kkkk.
Eu ja comentei isso com a Ge mas ela não quiz saber , mas eu prometi pra mim mesma que eu iria realizar minha fantasia um dia.
Passado alguns dias eu fui a uma festa a fantasia na cidade eu aluguei uma roupa de enfermeira uma sainha curtinha que parecia minha bundinha uma calcinha branca e uma camisolinha e sem o sutiã e fui eu e a Ge
Chegando la percebi que la avia só mulekes (criãnças) , vi que não ia rolar nada , mas tarde um pouco foi chegando mas gente ate que lotou o lugar .
eu dancei muito , ate que comecei a senti uma mão em minha bunda , quando eu olho pra tras era 3 homens mais velhos ,eu xinguei eles “vc´s não tem o que fazer não eu sou nova vc´s querem arrumar rolo ”
Um delesolhou e falou “olha vc vem assim mostrando a sua bundinha e os peitinhos quase de fora vc ta procurando rola menina e se vc quer rola tem 3 aqui pra vc ”
Não dei bola e sai , passados algum tempo eu avia ficado com um garoto mas foi so no beijo ,resolvi sair atras da Geovana para nos irmos embora , um amigo nosso me falo que tinha vido ela saindo com um cara e eu fui atras mas não achei ela e fui embora sozinha .
No caminho percebi que estava sendo perseguida “ai meu Deus quem sera que esta me seguindo sera qui vou ser estrupada me proteja ” e continuei , escutei uma voz “ei gatinha espera ai vamos te levar embora espera ai”
Eles correram ate mim ,eu estava assustada 3 homens velhos , então fui com eles , no caminho eu pensei no minha fantasia de dar pra 2 homens mas tinha 3 e poderia ser melhor , eu chamei um deles no canto e falei ” olha posso pedir uma coisa pra vc eu tenho vontade de fazer sexo com varios homens mas tenho medo de vc´s me machuca vc ve se eles quer me comer mas tem que ser de vagar tá” , ele foi e toparam , um deles sugeriu que nós fossemos para casa dele , ele era separado e tinha um filho que morava com ele mas no final de semana ele ficava com sua mãe , e fomos para sua casa , entramos nós 4 lá , e estava um pouco com medo deles me violentar e fazer coisas piores comigo , cheguei a pedi para ir embora , mas fiquei .
Entramos no quarto todos eles ficaram nú e pediram para que eu tirasse só a blusa e ficasse com a fantasia de enfermeira , eu sentia varias mãos em mim seus pintos encostando um tentando me comer meu cuzinho sem tirar minha calcinha “ai vc e linda Isadora não acredito que vou comer vc ” , eles tiraram minha calcinha e minha camisolinha me deixando só de saia , um deitou e pediu para eu molhar seu pau eu entendi na hora e cai de boca em seu pau em quando eu chupava de 4 eu senti uma vara penetrando minha vagina tava gostoso , e quando mas ele socava em mim mas eu chupava seu pau , parei de chupar e sentei em seu pau cheio da minha baba deixei molhadinho para entrar mais gostoso , veio outro por tras e com os dedos foi abrindo meu cuzinho , o terceiroveio na minha frente e pediu para chupa lo seu pau , comecei a calvaga em seu pau “nossa Isadora pula bem vai de vagar estou sem camisinha vamos comer vc sem camisinha não vamos gozar dentro de vc eu prometo ” eu senti que eles iam cuidar bem de mim , em quando isso o cara que estava tentando comer meu rabinho pediu para parar de mexer eu parei e colocou sei pau no meu rabinho ficamos um tempão daquele jeito trocamos cada hora um comia minha bundinha um chegou ate a gozar dentro do meu cu no final eles pediram para eu agachar e chupar os 3 paus não aceitei estavam todos fedidor de porra , “Isadora
agacha linda vamos gozar em seu rostinho prometi que não iriamos gozar dentro de vc então agora vamos gozar em vc e depois vc toma banho ” , eu como uma menina educada agachei e fiquei de cara com 3 varas , comesaram a bater punheta e gozaram em mim como eu fosse uma puta ou atriz porno , enfim eu fui realizada foi gostoso tomei banho um deles queria mais mas eu estava cansada de tanto levar vara ,chupar vara e tudo mais , acabei meu banho e eles me levaram pra casa .
No outro dia fui atras da Geovaninha , “amiga vc não acredita eu conheci um garoto e ele me levou para o motel fizemos sexo a noite inteira eu ate dei minha bundinha pra ele e vc Isadora o que fez de bom ” eu contei tudo a ela ,e não acreditou em mim , eu fiquei realizada , pensei varias vezes naquela cena foi bom.
FIM…

Dei para o colega

Aconteceu com um colega de longa data, desde a escola militar. Eu sempre tive algum interesse em experimentar com um outro homem, mas nunca tinha aparecido oportunidade. Eu estava em minha casa com esse meu colega, que tinha vindo com esposa para visitar os familiares da dela que moravam na cidade, minha mulher estava trabalhando na escola, era noite. estavamos no escritorio batendo papo e falando de tudo e chovia muito, deu um raio e caiu a energia, havia desarmado a chave no poste proximo e ficamos com a rua toda sem luz. continuamos de papo naquela semi-escuridão, no escuro minha perna acabou dando uma esbarrada na perna dele, parece que ficou um pouco estranho depois disso, a conversa pareceu meio forçada. Havia alguma coisa no ar, como se diz, de repente me veio aquela coisa na cabeça de fazer alguma coisa, que podia ser a oportunidade, o clima tinha realmente ficado estranho, então me decidi e ia pagar para ver. coloquei minha mão onde acho que tava o pau dele, de imediato notei que tava duro, senti alivio e satisfação, ele devia estar querendo o mesmo que eu, ficamos uns minutos assim, sem falar nada. eu pensei em tomar a iniciativa de novo, tateei o ziper da bermuda dele e abri, puxei a cueca e toquei no pau dele, que sensação, uma coisa roliça, quente e que pulsava, era a primeira vez que pegava em um pau que não meu. de novo fui em frente, me abaixei e botei na boca, exatamente como muitas vezes mulheres tinha feito comigo, e como muitas vezes eu tinha explicado como devia ser, eu fiz. ele começou a gemer baixinho, e eu estava achando uma delicia ter um um pau na minha boca, era como se eu fosse uma mulher ali naquela escuridão. ele então me puxou e deitamos no chão, ele ficou em posição de frente para meu pau, um 69, tirou minha bermuda e cueca e botou meu pau na boca, fiz o mesmo com com ele. era muito melhor do que havia sonhado, a sensação de ser chupado e estar com um pau latejando na sua boca, na hora me ocorreu que estava mais gostoso do que se fosse um 69 com uma mulher, era um prazer e um tesão sem igual. não pude me segurar mais e gozei na boca dele, naquele momento ele gozou tambem, a sensação foi maravilhosa, estar gozando e ao mesmo tempo sentido sua boca se enchendo de porra, foi alem do que eu esperava, era como se eu sempre quisesse aquilo, fiz questão de engolir tudo, cada gota, para mostrar o quanto estava realizado e o quanto queria aquilo, ele não conseguiu engolir minha porra e cuspiu na minha bermuda, mas não tinha problema, eu tava realizado, e só queria que ele deixasse eu chupar o pau dele de novo. nos limpamos e nos vestimos, e demos uma geral no ambiente para não deixar pistas, tudo com a luz de uma lanterna, ele não falou muito, eu tentava conversar para parecer normal. ele disse que já ia indo, a mulher dele podia estranhar a demora, nos demos tchau e pronto. ele voltou para a cidade dele e não se falamos mais. uns seis meses depois ele me mandou um torpedo dizendo que estava na cidade, respondi para vir em casa em tal dia e horario, minha mulher ia estar no trabalho. fiquei apreensivo esperando, na hora ele chegou, convidei para entrar e fui fazendo as perguntas de sempre. sentamos e fomos falando banalidades, uma hora eu pensei, vai ser agora, fui em sua direção, puxei sua bermuda e cai de boca em seu pau, comecei uma chupada, ele me puxou de novo para o chao e fomos para um 69, mas eu tinha outros planos, me virei de quatro e pedi para ele enfiar, ele ficou meio surpreso, mas eu insisti, eu queria sentir o pau dele dentro de mim, ele veio e enfiou no meu cuzinho que eu já tinha deixado lubrificado, já era meu plano dar o cu para ele. ele foi me abrindo lentamente, parecia estar aproveitando cada centimetro do meu cu apertadinho. sentia com prazer cada socada dele, queria que ele gozasse para sentir a porra quente dentro de mim. apertava o pau dele para ele ter mais prazer, até que ele não aguentou mais e gozou, eu não cheguei a gozar mas fiquei com muito tesão. Ele pareceu meio sem graça, olhou o relógio e disse que tinha que voltar logo, tinha combinado com a mulher dele, eu fiquei na minha, concordei e tb falei que já era hora. Ele foi ao banheiro e eu me vesti, depois ele veio e disse que já ia indo mas nos falávamos qualquer hora, parecia que não tinha acontecido nada. Ele saiu e não vi mais ele no final-de-semana, na segunda já tinha voltado para sua cidade, agora é esperar se ele vai me procurar de novo, eu acho que sim, vamos ver…..Se gostaram entrem em contato.

Papai me comeu

Papai me comeuOla sou travesti 30 anos morena 63kg 1,70 seios medios,uma bundinha deliciosa que voces podem verem na foto. comecei a tomar hormonio como relatei no conto anterior,tudo certo com autorização do medico e de minha mãe.Passou-se alguns meses e minha mãe entrou em férias no serviço e me falou que iria visitar minha avó que morava em outra cidade,ela me disse que ficaria por lá pelo menos por uns 15 dias.Eu tambem queria ir mas não pude por causa da escola,iria perder 15 dias de aula e nesse interim teria provas o que impossibilitou minha ida com ela.Ficaria eu e meu pai na casa.Meu corpo ja dava sinais que estava modificando por causa dos hormonios e o meu tesão aumentava cada vez mais.Um certo dia eu estava sozinho na casa era umas 16:00 horas estava com um tesão incontrolavel,fui tomar um banho pra refrescar pois estava com um calor,que subia do meu rabinho e ia até minha cabeça.Estava eu tomando banho na agua fria e nem percebi que meu pai tinha chegado do serviço mais cedo.A porta do banheiro estava aberta pois pensei porque fechar se não tem ninguem só que meu pai ja estava em casa e passando por aquele local me viu pelada tomando banho.Meu pai toda vida foi um tarado pra valer e ali naquela hora só ele e eu pensou consigo vou tirar a barriga da miséria.Eu estava de costa pra ele,então ele estava vendo meu bumbum que por sinal desde pequena sempre foi muito bonito.Ele passou direto foi até o quarto tirou sua roupa e voltou e entrou no banheiro e me abraçou por tras e cochichou no meu ouvido:-Papai quer comer um cuzinho hoje,a menininha dele esta afim de realizar a fantasia dele.Eu sentindo aquela pika roçando meu bumbum dei uma rebolada e falei:-Então venha comer sua menininha.Meu pai com o tesão que ele estava só deu uma ajeitada no pinto e socou com tudo na minha bundinha,eu me deitei pra frente ficando de 4 a posição que mais adoro ficar,e ai ficou mais facil a penetração,ele enfiou tudo de uma vez,que delicia eu estava de 4 e meu pai me comendo.Ele ficou me comendo até que anunciou que ia gozar,eu falei goza meu garanhão gostoso.Depois fomos tomar banho nos dois.Depois que tomamos banho ele me levou até seu quarto e me falou:-Hoje voce vai ser minha mulher,vou te comer de todas as formas imaginaveis.Estava nós dois pelados em cima da cama,eu comecei a beija-lo fui descendo até chegar no seu pau,chupava dava umas mordidinhas socava tudo na boca depois lambia a cabecinha lambia o saco até que ele falou que ia gozar pedi pra gozar na minha boca,queria beber leitinho de papai,estava com vontade.Depois disso meu pai começou a me beijar foi descendo chegou até meu pinto que estava durinho,naépoca tinha 10 cm era bem pequenininho,começou a lamber até que eu gozei na boca dele e ai ele veio beijou minha boca e beijei sua boca com esperma que delicia.Perguntei pra ele pai foi a primeira vez que chupou um pinto,ele me disse que ja estava acostumado a chupar pinto,quando ele e minha mãe fazem troca de casais tem vez que transa com outro homem e minha mãe transa com outra mulher.Me disse que até o cuzinho ja deu e que esta acostumado,por isso não me recrimina de ser menina,me disse tambem que sempre quis ter uma menina como filha e esta contente com minha decisão de ser menina.Depois que eu gozei senti que seu pinto estava duro de novo e eu estava com muito tesão fiquei de 4 e pedi pra ser comida de novo.Passamos a noite inteira transando,no outro dia nem da cama levantamos direito so levantamos pra almoçar e jantar,pois era sabado e meu pai não trabalha no sabado e no domingo.Foi um final de semana de muito sexo entre eu e meu pai,nos amamos feito dois amantes,fizemos amor sem culpa e sem preconceito. Foi muito gostoso ser a mulherzinha de meu pai,ele é muito gostoso,tem um penis grande e grosso do jeito que eu gosto.Espero que gostem desse conto.Um abraço.Continua.

10 ANOS DEPOIS DA FACULDADE

10 ANOS DEPOIS DA FACULDADEEste conto é verídico, passou na época de faculdade, ano 96 a 99, vou subtrair os nomes por motivos óbvios.
Eu com 20 anos e ela com 18 anos, eu era muito tolo, e depois vim saber que ela também, eu tinha namorada, ela sabia, mesmo assim começamos a sair, tudo não passava de uns amassos, uns escorregar de mãos, e umas boas chupadas em seus peitos, que alias eram maravilhosos, durinhos empinadinhos de porte médio, ela era magrinha mas muito deliciosa.
Os dias foram passando e nossas saídas foram se tornando mais frequentes, íamos a uma represa que tem em nossa cidade, ficávamos por horas brincando dentro do carro, eu chupando seus peitos e ela me masturbando, ela até dava umas chupadinhas no meu pau, mas tudo ainda meio sem experiência.
Chegamos a ir ao motel, coisa de tonto mesmo, eu com uma tremenda gata no motel e não comia ela, só ficávamos brincando mesmo, eu acariciava sua buceta e ela também acariciava meu pau, sabe coisas de dois bobos, que arrependimento temos hoje, mas tudo bem isso só fez acender o fogo que temos hoje.
Até que marcamos o dia “d”, nesse dia eu ia mesmo saborear sua bucetinha linda, seria uma noite daquelas, um primo meu iria viajar, e combinei com ela de passar a noite toda com ela na casa deste primo, pois eu iria posar lá para tomar conta da casa.
Chega o dia, mulher tem mesmo um sexto sentido, neste dia minha namorada cismou que iria comigo na faculdade, não teve jeito, ela foi mesmo, tentei argumentar, mas não teve saída.
Lembro perfeitamente do rostinho lindo dela, quando chegamos à faculdade, ela com uma bolsa com seus pertences, pois iria posar fora, imagino o que deve ter inventado para sua mãe para justificar o seu poso fora de casa, e eu não pude nem ao menos conversar com ela.
Quando falei com ela na segunda-feira, na faculdade, ela só não me chamou de santo, do resto me chamou de tudo, brigamos e nos distanciamos um pouco.
Logo terminou o ano, e eu doido de vontade de voltar logo às aulas, para poder ver a minha gata linda, e tentar conversar com ela, ver se ao menos tínhamos uma chance de começar novamente nossas brincadeiras.
Para minha surpresa, inicia o ano, converso com ela, e me diz que não sairia mais comigo, pois estava namorando e estava grávida deste namorado, logo ela trancou a matricula na faculdade e foi curtir sua gravidez, ter sua filha, que alias, hoje é linda como a mãe.
Perdemos o contato, só sabia que estava tudo bem com ela através de uma amiga em comum, que me contava como ela estava. Foi um ano muito difícil para ela, casou-se, teve uma nenê linda, e aconteceram outros fatos ruins que prefiro não relatar.
No próximo ano, ela volta para a faculdade, toda linda, agora mais madura, sem marido, e com uma filha linda, a gravidez não fez mal para ela, estava mais linda que antes.
Voltamos a conversar, mas não tivemos muito sucesso.
Um dia de tanto insistir com ela, consegui chama-la para ir chupar um sorvete, eu estava doido de tesão, e o que eu queria é que ela chupasse outra coisa, acredito que ela também queria isso.
Não fomos à sorveteria, parei o carro em uma rua próxima da faculdade, passava algumas pessoas pelo local, procurei um local um pouco mais escuro, sem dizer uma palavra, começamos a nos beijar, e foi um beijo muito intenso, só disse a ela que o sorvete que ela iria chupar estava duro, e pronto para ser chupado. Foi a senha, ela abocanhou meu pau e fez uma chupeta, que até hoje lembro e fico de pau duro, que chupeta deliciosa, eu olhava para os lados e via as pessoas passando, o carro tinha insulfime, ficava ali delirando com a sua chupeta, não disse nada a ela sobre as pessoas passando, fique com receio de falar e ela parar, foi chupando meu pau até que não aquentei mais, gosei na boca dela, ela assustou tirou a boca, mas ainda assim pode sentir o gosto da minha porra, lambuzou todo o cabelo, e sua roupa, que chupeta maravilhosa que ela fez.
Voltamos para a faculdade, e depois deste dia ela dizia que não queria mais sair, continuei insistindo, pois afinal o que eu mais queria, ainda não tinha conseguido, que era comer a sua buceta.
Um dia ela cedeu, saímos e fomos direto para um motel, desta vez eu não seria bobo, iria mesmo saborear a sua deliciosa buceta. Chegamos ao motel começamos a nos beijar, nos deliciar um com o outro, coloquei ela na cama, e com muito carinho e paciência, fui chupando sua buceta maravilhosa, ela gemia e sentia muito prazer, ela gozou, e quase que eu goso também só de vê-la sentindo tanto prazer, ela pegou no meu pau, e fez uma deliciosa chupeta, posicionei meu pau para comer sua buceta, olhei nos olhos dela, e disse desta vez vc não me escapa, enfiei tudo, todinho, fui bombando bem devagar e aumentado o ritmo, fazendo ela gemer muito de prazer, não sei como aconteceu, quando percebi, estávamos no chão do banheiro motel, eu a comento de quatro, posição que depois ela me revelou ser a sua preferida, nos deliciamos um com o outro, e passamos ótimos momentos, essa foda está gravada até hoje na minha memória, foi a melhor de todas, terminamos tomamos um banho e voltamos para a faculdade.
Terminou o ano, tentei outras aproximações com ela, mas não teve outra vez, perdemos contato, somente ligava para ela no dia do seu aniversário, me casei, e depois fiquei sabendo que ela havia casado, não liguei mais no seu aniversário, fiquei com receio, e também muitos anos já havia passado.
Até que um dia, 10 anos depois, 2010, recebo um convite em meu Orkut, era ela, toda linda, ainda mais do que na época da faculdade, continuava casada, e com duas filhas lindas, é aqui que começa a nossa historia de muita sacanagem, agora mais maduros e sabendo exatamente o que o outro gosta……
Esta conta, no site, nós dois temos acesso, vou deixar para ela escrever o próximo capitulo, e tem muitos agora…